Ginástica na melhor idade pode ser a solução na prevenção de doenças e na melhoria da qualidade de vida.
O simples fato de se praticar algum tipo de atividade física já melhora e muito a qualidade de vida de pessoas da melhor idade, aumentando a resistência e a força muscular que são necessárias para a realização de tarefas comuns, como pegar um neto no colo ou ir ao supermercado. De forma geral, a atividade física pode trazer resposta muscular rápida e eficiente.


As principais mudanças decorrentes do envelhecimento são aumento na quantidade de gordura no organismo, perda de massa muscular (entre os 25 e os 50 anos, perde-se em média 10% da massa muscular e dos 50 aos 80 anos, 30%), diminuição da força muscular, osteoporose (diminuição da massa óssea), ligamentos e tendões mais fracos, diminuição dos reflexos, da coordenação e habilidade motora e da aptidão física. Com isso, as pessoas apresentam menos equilíbrio e assim ficam sujeitas a quedas, que constituem a primeira causa de acidentes em pessoas acima de 60 anos.

 

Os exercícios combatem a obesidade, melhoram a capacidade aeróbica (respiração), reduzem a perda da massa óssea (osteoporose), e em alguns casos ajudam a recuperá-la. Músculos e ossos fortes diminuem os riscos de quedas e de fraturas de fêmur e quadril, reduzem dores já existentes provenientes de outras doenças (como artrite, tendinite, bursite, e artrose) e melhoram problemas de coluna.


Outra vantagem importante de se praticar exercícios após os sessenta anos é a elevação da auto-estima e a melhora da depressão, problemas freqüentes nesta idade. Os idosos que praticam esportes se sentem mais bonitos, capazes e independentes. Do ponto de vista psicológico a atividade física pode atuar como um catalizador de relacionamento interpessoal, produzindo agradável sensação de bem estar, estimulando a autoestima pela superação de pequenos desafios e conseqüentemente diminuindo a depressão.